segunda-feira, 29 de julho de 2013

1.1 INTRODUÇÃO



O presente trabalho investigou a possibilidade da existência de um instituto denominado “propriedade privada do emprego”, que consiste na expansão do instituto da propriedade, também para o emprego ou posto de trabalho.
Para isso investigou-se a história da propriedade, os valores sociais que nortearam a sociedade e também em relação ao emprego.
Como é um instituto desconhecido foi interessante a pesquisa no sentido de tentar entender o que na época levou o mesmo a ser proposto e que contexto foi sugerido.
Foram pesquisados, também, outros institutos semelhantes pertencentes ao denominado “capitalismo trabalhista”, mas que se mostraram, em suas peculiaridades diferentes, tais como a propriedade dos empregados em relação ao patrimônio das empresas, a participação nos lucros e resultados, e a compra de ações por parte dos empregados, sendo que tais institutos se mostraram, todos, insuficientes pelo menos em parte, por não concederem ao empregado o principal objetivo que ele busca: a estabilidade.
A presente pesquisa também demonstrou a importância do trabalho no plano nacional e seus fundamentos jurídicos, além de uma pequena abordagem sobra a Convenção 158 da OIT referente à estabilidade.
Abordou, também, experiências norte-americanas do “capitalismo trabalhista”.
Teceu algumas considerações sobre a “propriedade privada do emprego” e alguns requisitos mínimos para que fosse (ao menos no plano teórico) possível sua existência, a partir de sua concepção original.

E por fim sugere uma possível nova tendência mundial para políticas de centro, mais equilibradas, menos radicais e que leva em consideração vários pontos de vista e não somente uma visão limitada de mundo, com a sugestão final e abordagem do Capitalismo Trabalhista como um sistema político-econômico capaz de trazer mais equilíbrio político para o século XXI.

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