A partir das teorias apresentadas pelo engenheiro
americano Frederick W. Taylor no final do século XIX desenvolveu-se um sistema
de organização da produção baseado no estudo dos movimentos e do tempo e na
observação da forma como os trabalhadores realizavam suas atividades,
denominado também administração
científica. Os princípios fundamentais da administração científica consistem no trabalho padronizado, uniforme, com a previsibilidade do
rendimento, através da transformação da experiência dos trabalhadores em dados
objetivos, com características do método científico. A partir da análise da
experiência prática dos trabalhadores e das tarefas simples que cada um
desempenhava na produção, Taylor transformou cada movimento do processo de
produção em rotinas calculáveis e padronizáveis, dessa maneira o conhecimento
dos trabalhadores era expropriado, sistematizado, elaborado e devolvido sob a
forma parcelada.[1]
TAYLOR, portanto foi um dos
idealizadores da chamada “administração científica” na tentativa de trazer mais
cientificidade ou objetividade para a administração, que depois foi
influenciada também pelas inovações trazidas por HENRY FORD:
Nas primeiras décadas do século XX, soma-se às
práticas tayloristas a aplicação de métodos introduzidos por Henry Ford na
indústria automobilística. A principal inovação do fordismo em relação ao
taylorismo foi a introdução da linha de montagem. O controle do tempo de execução
das tarefas é aprimorado e rigidamente estabelecido pela velocidade de
deslocamento da linha de montagem, as etapas do trabalho mecanicamente
controladas transformam a disciplina no eixo central do processo de produção. A
máxima abreviação e simplificação das tarefas introduzidas pelo taylorismo e
reforçadas pela linha de montagem fordista têm como objetivo aumentar a
velocidade e a intensidade da produção, diminuindo a porosidade, obrigando o
trabalhador a adequar-se à velocidade da máquina no limite de suas
possibilidades físicas.[2]
Desta maneira os dois movimentos
conhecidos como fordismo e taylorismo respectivamente foram
amplamente difundidas no meio empresarial e, PARANHOS (et al) citando DINA
comenta a contribuição dessa alienação do trabalhador por parte do capital como
um complemento ao reforço do consumo de massas:
Dina (1987) afirma que à primeira vista o fordismo
poderia ser considerado como a aplicação do taylorismo em grande escala, mas
que se ater a essas considerações pode ser extremamente limitante para a
análise dos paradigmas de produção, pois ao mesmo tempo em que alguns
pressupostos tayloristas são levados ao limite extremo outros começam a ser
desmantelados. Mas há um aspecto ainda mais fundamentalmente característico do
fordismo: a ótica taylorista se fecha no interior do local de produção; é um
postulado de que o aumento da produção seja positivo para todos. Para Ford, ao
contrário, por um lado o mecanismo de adesão se fecha no exterior da fábrica,
através da proposta não só de um maior consumo, mas também de um modelo de
consumo análogo àquele das classes dominantes; por outro lado os níveis
salariais possibilitam o “mercado” de massa desse mesmo consumo (DINA, 1987,
p.83).[3]
Em seguida PARANHOS (et al)
demonstra como o sistema fordista entrou em crise devido ao desmantelamento do
Estado de Bem-Estar promovido por aqueles que defendiam que a crise dos anos
1970 era resultado da existência do próprio Estado de Bem-Estar, onde a relação
capital-trabalho passavam por um momento mais conciliador:
Em outros níveis, a crise dos anos 1970 desmontou as
estruturas que forneciam as bases políticas e econômicas para o sistema
fordista e, além disso, asseguravam que as massas pudessem ter acesso aos bens
produzidos em grande escala. Os dispositivos de intervenção econômica e social
do Estado de Bem-Estar são pontados por aqueles que defendiam a auto-regulação
do mercado como as causas principais da crise econômica.[4]
Para entender melhor o contexto
histórico do Estado de Bem-Estar e a própria definição PARANHOS (et al)
comenta:
O Estado de Bem-Estar Social surgiu na Europa, após a
Segunda Guerra Mundial, a partir das teorias desenvolvimentistas e de
modernização, com o objetivo de atuar como uma rede de segurança social e
econômica, garantindo direitos sociais de educação, saúde, transporte, moradia,
garantias de emprego e seguro desemprego, além de organizar e regulamentar a
atividade econômica. E também como elemento de proteção social diante da ameaça
real do socialismo após a revolução de 1917 e das lutas travadas entre o
capital e o trabalho nos países do capitalismo central.[5]
Como é possível depreender o
Estado de Bem-Estar durou bastante tempo e foi considerado produto da Era de
Ouro do capitalismo segundo PARANHOS (et al) apud HOBSBAWN:
Após um longo período de êxito, que se estendeu até a
década de 1970, no qual se constitui o crescimento mais rápido da história do
capitalismo avançado, “as políticas econômicas da Era de Ouro pareceram
fracassar” (HOBSBAWN, 1995, p.245), o mundo capitalista caiu numa longa e
profunda recessão, combinando altos índices de inflação e baixos índices de
crescimento econômico. Os ideais neoliberais, que já se formavam desde a década
de 1940, ganham expressão neste período, defendendo a idéia de que o Estado de
Bem-Estar deveria ceder lugar a um novo formato de Estado, o Estado mínimo.[6]
A idéia-força batizadora do ideário neoliberal é a de
que o setor público (o Estado) é responsável pela crise, pela ineficiência,
pelo privilégio, e que o mercado e o privado são sinônimo de eficiência,
qualidade e equidade. Desta idéia-chave advém a tese do ‘Estado mínimo’ e da
necessidade de zerar todas as conquistas
sociais, como o direito à estabilidade de emprego, o direito à saúde,
educação, transportes públicos, etc. Tudo isso passa a ser regido pela férrea
lógica das leis de mercado. Na realidade, a idéia de ‘Estado mínimo’
significa o Estado suficiente e necessário unicamente para os interesses da
reprodução do capital (FRIGOTTO, 1999, p.83).[7]
(grifo nosso).
A recomposição econômica do capitalismo se realiza
pela radicalização das práticas neoliberais. Por volta de 1980, “governos da
direita ideológica, comprometidos com uma forma extrema de egoísmo comercial e laissez-faire, chegaram ao poder” (HOBSBAWN, op.cit., p.245) com destaque para o governo
Thatcher, eleito na Inglaterra em 1979, e para o governo Reagan, que chega à
presidência dos Estados Unidos em 1980, em seguida os governos neoliberais se
espalham por quase todos os países do norte europeu.[8]
Segundo Cardoso (2006), a expansão capitalista a
partir da Segunda Guerra Mundial é impulsionada pelas necessidades
norte-americanas de expandir seus mercados em direção às regiões menos
desenvolvidas como os países da Ásia, África e América Latina. O New Deal,
implantado pelo governo Truman na década de 1950, e a Aliança para o Progresso,
assinada no ano de 1961, durante o governo de J.F. Kennedy, sinalizam a
intervenção americana cujo objetivo declarado consistia na ajuda ao
desenvolvimento além de combater a expansão do comunismo. Outros instrumentos
transnacionais são construídos após a Segunda Guerra alegando ter como objetivo
melhorar as condições de vida dos países subdesenvolvidos: o FMI, o BID, o
Banco Mundial, a ONU, a OTAN, a UNESCO.[9]
A mundialização do capital reflete mudanças
qualitativas nas relações de forças políticas entre o capital e o Estado e
entre o capital e o trabalho. As tecnologias disponíveis na década de 1970
permitem que sejam implantadas técnicas de produção aplicadas nas fábricas
japonesas a partir das quais se desenvolve o novo paradigma de organização e
gestão da produção, a acumulação flexível. Diante da saturação e dos novos
padrões de exigência do mercado, torna-se necessário desenvolver métodos de produção bem diferentes
daqueles que predominaram no paradigma fordista das grandes fábricas,
tecnologia pesada e de base fixa, decomposição das tarefas e estabilidade
empregatícia.
As tecnologias e técnicas do final do século XX aliadas
às melhorias dos transportes e das comunicações reduzem a importância da
produção de massa e da existência de estoques. A acumulação flexível consiste
exatamente na “produção da quantidade certa, com a qualidade certa, no exato
momento em que ela é exigida” (HUMPHREY, 1995, p.114), como indicam noções do
novo paradigma como just in time e qualidade total. A microeletrônica
aliada à informática, a microbiologia e a engenharia genética revolucionaram as
forças produtivas através de novos materiais, novos instrumentos e novas fontes
de energia que permitiram a substituição da tecnologia rígida de base mecânica
por uma tecnologia flexível, capaz de proporcionar a possibilidade de variar a produção
de uma hora para outra, programando-a de acordo com a demanda. Desta forma, “a
produção se daria baseada em trabalhadores flexíveis que, de posse de ferramentas
flexíveis, teriam como resultado de seu trabalho um produto flexível” (SOUZA,
SANTANA & DELUIZ, 1999, p.36).
Em seguida PARANHOS (et al)
demonstra que a acumulação flexível, passa a ser uma exigência constante do
novo modelo de produção ultrapassando o modelo taylorista-fordista, paradigma
que também mostra uma adaptação dos processos de educação formais para
satisfazer a essa nova realidade exigida dos trabalhadores ou “capital humano”:
A acumulação flexível promove mudanças não apenas em
relação ao conteúdo, à forma e à organização do trabalho, mas também em relação
a sua divisão, quantidade e à qualificação dos trabalhadores, introduzindo
novas formas de subordinação do trabalho em relação ao capital. O trabalhador
parcelar, desqualificado ou semiqualificado do paradigma taylorista-fordista é,
supostamente, substituído pelo trabalhador polivalente altamente qualificado,
responsável por diversos pontos do processo de produção, incorporando ao mesmo
tempo tarefas de fabricação, manutenção, controle de qualidade e gestão da produção.
As funções relativas à execução, concepção e controle são aproximadas transformando
as concepções de educação e qualificação dos trabalhadores. A automação e a
informatização das técnicas de produção engendram exigências as quais os
processos de educação formal devem adaptar-se a fim de desenvolver nos indivíduos
‘competências’ compatíveis e adaptáveis de acordo com o contexto da organização
produtiva flexível.
A organização dos trabalhadores em equipes ou grupos
de trabalho autônomos, bem como a inexistência ou a redução de estoques,
proporcionam certa transparência dos processos que facilita verificar e expor
rapidamente a fonte dos erros e problemas. A
disciplina é mantida pelos próprios trabalhadores frente ao medo do desemprego
e por um sistema de punições coletivo, o não cumprimento das metas
estabelecidas prejudica o trabalho de outras pessoas ou outras equipes. Dessa
forma, os trabalhadores transformam-se em clientes “internos”, controlando e
monitorando o desempenho dos demais. Outro aspecto destacado por Humphrey é o
de que para funcionar, a organização flexível requer o engajamento e o
consentimento por parte dos trabalhadores: “o sistema requer conformismo e um
direcionamento de todos os esforços no sentido do cumprimento das metas
empresariais” (1995, p. 125). A promessa de promoção e de recompensas e um
sistema de sanções, inclusive a possibilidade de demissão, regem o
comportamento dos trabalhadores, assegurando a obediência às regras. (grifo
nosso).
Machado (1989, p.25) demonstra que há uma regulação da
cidadania a partir da hierarquização ocupacional no interior da produção, que
chega a se constituir em norma legal pela regulamentação (ou desregulamentação)
das profissões e das ocupações. A justificação para a desigualdade e para a
hierarquização social constituída a partir da ideologia do individualismo
remete à responsabilidade de tais processos imanentes ao processo de trabalho
especificamente capitalista para o nível de cada indivíduo em particular. A
fragmentação da luta social e o isolamento do trabalhador são personificados pelo
processo de trabalho, coibindo qualquer forma de protesto individual ou
coletivo. Subjetivamente, a livre concorrência e a ideologia do mérito regulam
as relações sociais atuando sob as formas de agir e pensar dos trabalhadores. A
visão meritocrática do mundo fundamenta o privilégio social e regula a posição
e as condições sociais de cada indivíduo de acordo com seus êxitos individuais.
A incapacidade de exibir capacidades valorizadas socialmente é suficiente para
a condenação a uma vida de submissão perfeitamente justificável.
A ideologia capitalista se articula aos aspectos
sociais, transformando-se numa base sólida para interpretação da realidade,
incidindo sobre os processos de formação e construção de identidade, nos modos
de identificação, nos valores e na consciência moral, nas características
intelectuais, na percepção e nos sentidos atribuídos ao passado e ao futuro,
nas práticas da vida cotidiana em geral, atuando como uma lógica de conformismo
e subordinação, naturalizando o sofrimento humano, o individualismo e a
desigualdade. Frigotto (1997) afirma que o mecanismo mais geral de subordinação
dá-se mediante a exclusão social, materializada no desemprego estrutural crescente
e no emprego precário. A
flexibilização da produção também é seguida de perto pelo aumento da
informalidade nos contratos de trabalho e pela destruição de quaisquer vínculos
empregatícios. (GRIFO NOSSO).
Os empregos vitalícios capazes de conferir segurança e estabilidade já não existem
mais, a informalidade e a precariedade dos postos de
trabalho simbolizam a liberdade de escolha extremamente irrestrita ao capital,
que tem suas condições de permanência e reprodução cada vez mais independentes
da classe trabalhadora, tornando-a – até certo ponto – dispensável. A dominação
já não se apóia mais na vigilância constante dos trabalhadores e estabelece-se
a partir da capacidade e do poder capitalista em determinar o futuro da
sociedade, como as ideologias reproduzidas e repetidas constantemente fazem
crer.
Portanto, é preciso muita
investigação para conseguir enxergar em várias ciências as tentativas de
validar cientificamente teorias que na verdade são formadas a partir de valores
ideológicos (sejam de esquerda ou de direita). Na passagem seguinte PARANHOS
(et al) demonstra que as conquistas sociais e trabalhistas são fruto da
resistência dos movimentos sociais e que o direito a estabilidade estão dentro
destas conquistas da classe trabalhadora:
No momento de recomposição econômica do capitalismo, as conquistas sociais e trabalhistas,
fruto da luta e da resistência dos movimentos sociais, convertem-se em mecanismos
de contenção social utilizados pelo próprio capital. A constituição de uma
sociedade que integra os trabalhadores, como estratégia até de controlá-los,
mas também como resultado das lutas dos trabalhadores organizados em sindicatos
e partidos, implicou a desmercantilização da reprodução da força-de-trabalho e
a constituição de uma esfera pública burguesa. Com efeito, mesmo com
profundas desigualdades e níveis diversos entre as nações desenvolvidas e subdesenvolvidas,
a educação, a saúde, o transporte, o lazer e cultura, a previdência social e o
salário desemprego (em algumas poucas nações) passaram a se constituir em
direitos sociais dos trabalhadores. Mediante
as lutas dos próprios trabalhadores, o direito ao trabalho e à estabilidade no
mesmo também foram se ampliando (FRIGOTTO, 1999).
Sob o aparente rigor científico, a teoria econômica
neoclássica - que remonta os princípios do liberalismo individual - busca
estabelecer uma ‘fórmula’ para o desenvolvimento do capitalismo
fundamentalmente nos países periféricos. Essas teorias, que têm à frente os
Estados Unidos, apresentam-se como soluções milagrosas em todos os tipos de
sociedade sem, no entanto, levar em consideração especificidades históricas,
naturais, humanas e culturais. Não obstante, a matematização da linguagem, as
estatísticas e a racionalidade empiricamente comprovada, como critérios de
pretensa neutralidade e objetividade, servem para a esconder a circularidade e
o caráter de classe destas teorias.
O conceito e capital humano – ou, mais extensivamente
de recursos humanos – busca traduzir o montante de investimento que uma nação faz
ou os indivíduos fazem, na expectativa de retornos adicionais futuros. Do ponto
de vista macroeconômico, o investimento no “fator humano” passa a significar um
dos determinantes básicos para o aumento da produtividade e elemento de
superação do atraso econômico. Do ponto de vista microeconômico, constitui-se
no fator explicativo das diferenças individuais de produtividade e de renda, e,
conseqüentemente, de mobilidade social (Ibid., p. 41).
Na década de 1960, os vínculos entre trabalho e
educação são sistematicamente elaborados, afirmando a noção de capital humano
como especificidade no campo educacional a partir do surgimento da disciplina
Economia da Educação, nos Estados Unidos. Theodore W. Schultz é considerado o
principal formulador dessa disciplina e da idéia de capital humano. Tomando o
investimento em instrução como qualquer outro investimento em bens. O fator H
(capital humano), introduzido da equação neoclássica, passará a explicar os
diferenciais de desenvolvimento dos países e dos indivíduos, transformando o
investimento em educação na chave para a ascensão social. Voltada para as práticas
e concepções educacionais, a idéia de capital humano gerou uma visão tecnicista
sobre o ensino e sobre a organização da educação, o que acabou por mistificar
seus reais objetivos. Sob a predominância desta visão tecnicista, passou-se a
disseminar a idéia de que ao educar-se, o indivíduo estaria “valorizando” a si
próprio, na mesma lógica em que se valoriza o capital.
O capital humano, portanto, deslocou para o âmbito
individual os problemas da inserção social, do emprego e do desempenho
profissional e fez da educação um ‘valor econômico’, numa equação que iguala
capital e trabalho como se fossem ambos igualmente meros ‘fatores de produção’.
E cada indivíduo é produtor de suas próprias capacidades de trabalho adquiridas
a partir do investimento em capital humano que ele mesmo ou o Estado devem
empreender. Estes investimentos compreendem uma função de saúde, conhecimentos,
treinamento, comportamentos, hábitos, disciplina, etc., aspectos que, segundo
os pressupostos da teoria econômica neoclássica, potencializariam o trabalho e permitiriam
a ampliação da produtividade. Nessa perspectiva, quanto maior o investimento
econômico efetuado em educação, maior será a produtividade do trabalhador, que
estará apto a ocupar melhores colocações na escala salarial.
Ao analisar o processo de produção e suas
determinações, os economistas e intelectuais burgueses, assim como os
trabalhadores, ficam presos às mistificações capitalistas, limitando a
investigação à aparência objetiva das determinações sociais. Ambas as classes
percebem apenas as relações imediatas, o caráter fetichista da mercadoria afirma-se
através das relações reificadas e obscurece as relações entre os homens. Assim
como expressa Engels (2004), ao referir-se à economia política, a visão de
mundo restringe-se às relações imediatas entre os fatos dados sem que a natureza
dos fenômenos seja evidenciada. A motivação e compulsão puramente econômicas
estabelecem-se como mediação da relação do homem com a natureza e com os outros
homens.
A produção de conhecimento é fundada pela necessidade,
e no interior das sociedades de classes servem ao propósito de uma classe. O
saber converte-se em objeto de disputa. A percepção das relações reais é
obscurecida pelo caráter enigmático atribuído aos produtos da atividade humana,
que adquirem poder sobre seus criadores. Desta maneira, as abordagens assumem
um caráter fragmentário, circular, pragmático e funcionalista que decorre da
própria fragilidade da realidade concreta que alimenta e afirma as formas de
pensar.
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